Aniversário da Misericórdia convidou à reflexão

Com a realização do seu “II Ciclo de Conferências” a Santa Casa da Misericórdia de Torres Novas cumpriu mais um item do programa dedicado a comemorar os 476 anos da instituição. As conferências tiveram lugar no auditório da Nersant, na quinta-feira, dia 28 de Outubro, e a sua abertura contou com a presença da directora da Segurança Social de Santarém, Anabela Rato.

A presente crise deu o mote ao Provedor da Misericórdia, Vitor Biscaia, para lembrar os problemas que são prementes na sociedade, com o envelhecimento da população e os problemas de pobreza que aparecem à porta da instituição a um ritmo quase diário. Enfrentamos «um quadro preocupante», disse na ocasião o Provedor, que entende que a missão inscritas nas catorze obras de misericórdia continuam actuais, combatendo os factores desagregadores da sociedade. As diferentes valências da Misericórdia de Torres Novas procuram dar resposta aos problemas da sociedade, mas sem os funcionários que as diferentes casas têm, não seria possível fazer o trabalho que ali se desenvolve, razão porque o Provedor fez questão de enaltecer o trabalho de todos os que ali trabalham.

Pedro Ferreira, em representação da Câmara de Torres Novas, felicitou a Santa Casa pelo aniversário e disse em seguida sempre se ter habituado a ver aquela instituição «como uma mais valia para a acção social», reconhecendo que os desafios do presente «são enormes». Disse ainda que a sociedade sempre se habituou a ver na Misericórdia como «uma porta de abrigo», enaltecendo logo depois a capacidade de efectuar parcerias da instituição, sublinhando que tem sido «uma boa experiência trabalhar com a Misericórdia».

Anabela Rato começou por elogiar o tema do ciclo de conferências, “Gestos para um futuro melhor”, pela sua relevância e actualidade. Depois agradeceu à Misericórdia pela «competência com que se dedicam à solidariedade social», classificando o trabalho como «discreto, mas importante». Disse ainda a responsável da Segurança Social do distrito que sem o compromisso das IPSS e sem o dinamismo dos municípios não era possível «alcançar bons resultados nas comunidades locais» e que a Misericórdia «tem realizado um excelente trabalho com um percurso muito positivo».

In http://oalmonda.net/?p=5797


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