VIII Encontro de Intervenção Precoce falou de «artes e saberes»

«Artes e Saberes - Complementos no Desenvolvimento da Criança», foi o tema do 8º Encontro de Intervenção Precoce de Rio Maior, organizado pelo Projecto de Intervenção Precoce de Rio Maior (PIP-RIO).

O encontro bateu este ano o recorde de inscrições, com 200 pessoas a comparecer no Cineteatro ao longo do dia 6 de Abril, o que «é muita gente para Rio Maior e para um projeto desta dimensão», referiu, satisfeito, Nuno Nabais, coordenador do PIP-RIO.

Na sessão de abertura Nuno Nabais foi acompanhado na mesa de honra por Celeste Nogueira, coordenadora da Unidade de Cuidados na Comunidade de Rio Maior; Sara Fragoso, vereadora da Educação e Ação Social; João de Castro, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior; Maria Amália Morgado, em representação do Centro Distrital de Segurança Social de Santarém e Rui Duarte, representante da Equipa de Apoio às Escolas da Lezíria do Tejo.

De um modo geral todos os intervenientes desejaram que este Encontro de Intervenção Precoce de Rio Maior fosse mais um sucesso, elogiaram o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo PIP-RIO e ressaltaram ainda a importância das artes no desenvolvimento das crianças assim como o quão é fundamental a intervenção precoce nas crianças com necessidades especiais.

Nuno Nabais lembrou que em oito anos, já «muitos temas foram falados» e por isso ficou decidido que se falaria das diversas artes, que nestes anos nunca foram abordadas tão profundamente nos encontros do PIP-RIO. Agradeceu às equipas do PIP-RIO (a que está no terreno e a que supervisiona), pelo trabalho que têm realizado ao longo de todos estes anos e pela organização do 8º Encontro; à Câmara Municipal de Rio Maior pelo apoio que sempre tem prestado, em termos financeiros e materiais, assim como à Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior, entidade promotora, que está na base da formação do Projecto de Intervenção Precoce de Rio Maior.

Sara Fragoso lembrou que muitas vezes a arte é esquecida e que as crianças que têm algum talento artístico, veem frequentemente as suas capacidades e o seu dom desvalorizado.

Maria Amália Morgado explicou que o problema da intervenção precoce tem «preocupado muito a segurança social», já que no caso das crianças «quanto mais depressa interviermos, melhor». No distrito de Santarém estão abrangidos pela intervenção precoce 19 dos 21 concelhos. Referiu ainda que a segurança social apoiará sempre estes projetos e pediu para que o público aproveitasse bem o dia, já que a temática abordada não é fácil de encontrar.

Rui Duarte falou da importância dos pais e da escola na intervenção precoce, para além dos trabalhos dos técnicos, sendo que todos os intervenientes na educação formal da criança têm que ser unidos em prol do bom desenvolvimento desta. Lembrou também que em 2009 foi criado um decreto-lei que visa a criação de um sistema nacional da intervenção precoce na infância.

Terminadas as intervenções da abertura do 8º encontro, seguiram-se os painéis com os mais diversos temas, sempre relacionados com as artes. Sara Fragoso moderou os painéis da parte da manhã e Celeste Nogueira da parte da tarde.

Fonte: Região de Rio Maior


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