Centro Social S. João Batista realizou festa de Carnaval

Nesta Instituição Particular de Solidariedade Social o Carnaval, assim como outras atividades, é celebrado internamente, para os utentes. Este ano, para dar a conhecer um pouco melhor o Centro, esta atividade foi aberta aos idosos da terra

O Centro Social S. João Batista de S. João da Ribeira realizou na quinta-feira, dia 11, a sua festa de Carnaval, que foi aberta aos idosos da freguesia.

Nesta Instituição Particular de Solidariedade Social o Carnaval, assim como outras atividades, é celebrado internamente, para os utentes. Este ano, para dar a conhecer um pouco melhor o Centro, esta atividade foi aberta aos idosos da terra, uma vez que muitos não conhecem o Centro, ou não sabem quais são as condições e vantagens que oferece e também para mostrar “que os idosos gostam de se divertir e conviver”, explicou Sandra Martins, diretora técnica do Centro que refere que “as instituições devem ser abertas à comunidade”, caso contrário “não podem ser um sítio acolhedor”.

Para além da valência de Centro Dia, com capacidade para 40 utentes mas que está apenas em metade, o Centro Social faz os almoços para os meninos do Jardim de Infância e 1º Ciclo. Na valência de Centro de Dia há fisioterapia duas vezes por semana, são fornecidas as refeições, assegurado o transporte de ida e volta, é feito o apoio ao idoso na sua higiene diária e semanal e feito o tratamento da roupa dos idosos na lavandaria do Centro, para além das atividades de animação e lazer, tudo sem pagar um cêntimo a mais pelo que quer que seja. Há ainda o apoio domiciliário com entrega de refeições, higiene pessoal, tratamento das roupas e limpeza semanal da casa do idoso.

O padre António Cândido Monteiro, que está na freguesia há pouco mais de um ano e que é, por inerência, o presidente da direção do Centro Social S. João Batista, (é também o vigário geral da diocese, tendo à sua responsabilidade toda a ação social da diocese), explicou ao Região de Rio Maior que é necessário “estimular estas instituições para que estejam verdadeiramente ao serviço daqueles que precisam dela”. Quem precisa destas instituições são, acima de tudo, pessoas “que se encontram em solidão”, independentemente da idade ou da sua condição social. “As pessoas que estão em solidão, não estejam em solidão, procurem instituições como esta para estarem ocupadas” pediu o pároco, que explicou também que esta “jovem” instituição começa agora a “criar a sua própria estrutura e identidade”: há a fisioterapia, como já dissemos, e a segurança do edifício foi reforçada, por exemplo.

Fonte: Região de Rio Maior


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