Centro Infantil "O Ninho" precisa de amas para a creche familiar

O Centro Infantil “O Ninho”, que pertence à Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior, tem como valências a Creche Familiar, Creche Tradicional, Jardim de Infância e o ATL. A creche familiar presta apoio a crianças em idade de creche (dos 4 meses aos três anos) em ambiente familiar, ou seja, com uma ama legalizada.

Ilda Figueiredo, educadora e coordenadora pedagógica; Patrícia Nobre, educadora de enquadramento e Maria do Carmo Marques, mesária da Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior falaram-nos da creche familiar, para a qual estão a precisar de amas.

A ama legalizada “é uma senhora que tem que obedecer a uns certos requisitos, saber ler e escrever e ter uma certa formação para estar com quatro crianças”, explicou Ilda Figueiredo que, em tempos, foi educadora de enquadramento. A ama recebe, no máximo, quatro crianças na sua casa, das 07h30 às 19h00 que é o horário da instituição, embora o horário em que a ama recebe as crianças seja o horário de impedimento dos pais, que não pode ultrapassar as horas referidas. As amas só trabalham se o Centro Infantil “O Ninho” estiver aberto. Os pais fornecem a alimentação e os bens da criança, como fraldas ou muda de roupa e a ama cuida da criança, dando-lhe os cuidados básicos e pedagógicos. A ama tem que dispor de uma divisão da casa vazia - uma sala ou quarto - que será equipada pela Santa Casa com fraldário, camas ou jogos para o desenvolvimento da criança.

“O Ninho” tem actualmente a sua creche tradicional e familiar cheia. Neste momento há dez amas, cada uma com quatro crianças, ou seja, quarenta no total, mas já chegaram a ser mais amas e, por isso, mais crianças. A instituição tem tido “bastantes inscrições à procura desta idade de creche”, por isso vão “fazer o alargamento da creche familiar”.

Quem tiver entre 21 e 55 anos e quiser candidatar-se a ser ama legalizada pode inscrever-se até dia 27 de Fevereiro no Jardim de Infância “O Ninho”, que através das inscrições fará logo uma selecção.

Fonte: Região de Rio Maior 20/02/2009


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