Ministro defende maior articulação entre instituições

O ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, defendeu hoje, em Fátima, “uma mais intensa articulação entre todas as famílias do sector social”, sejam fundações, cooperativas, misericórdias ou instituições particulares de solidariedade social (IPSS).

“É este o desafio que aqui deixo”, afirmou Vieira da Silva na reunião temática sobre o projecto “Formação Acção Solidária” que a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade realizou para cerca de 550 dirigentes e trabalhadores de IPSS.

Considerando o sector solidário “de enorme diversidade” e com uma “importância extremamente significativa na sociedade portuguesa”, o governante reconheceu ainda que “tem um potencial de crescimento como poucos sectores da economia moderna”.

“Acredito que o sector social tem um papel crescente na nossa sociedade. É bom que todos os agentes que nele trabalham possam ter esse entendimento”, referiu, insistindo na necessidade de uma “articulação e coesão” do sector num momento que recordou ser de “crise”.

Vieira da Silva criticou ainda quem vê este sector “como uma coisa do passado”, “como se fizesse o que os outros não queriam”.

“Esta é uma visão profundamente errada”, declarou o governante, acrescentando que “este segmento de intervenção não é apenas bondade social ou económica”, mas de “estruturação da sociedade”.

Num discurso que antecedeu a apresentação do projecto “Formação Acção Solidária”, o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social observou que “a grande oportunidade deste programa é não fazer apenas a formação para os técnicos e funcionários das instituições”.

“A grande originalidade reside numa maior capacitação das instituições em desempenharem o seu trabalho com mais eficácia, eficiência e sustentabilidade”, anotou, apontando esta iniciativa como o “replicar para o terceiro sector o exemplo formação-acção”.

Vieira da Silva manifestou ainda o desejo de que esta capacitação das instituições permita, “com o mesmo número de recursos, chegar a mais gente, em melhores condições, gerando mais equidade”.

Fonte: Jornal Destak (online)


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