Lar Fausta Sequeira Nobre fez 38 anos - Pavilhão polivalente e Lar precisam-se!
O Lar Fausta Sequeira Nobre, vulgo Lar dos Velhinhos de Rio Maior comemorou no passado dia 4 o seu 38º aniversário. Para festejar a data houve festa no Lar com alguns momentos especiais.
Para começar, foi benzida pelo pároco António Diogo, a nova carrinha adquirida pelo Lar, apenas com dinheiro da instituição. Foi pedida uma comparticipação à Segurança Social mas nem sequer teve resposta. A carrinha tem 9 lugares, com a possibilidade de levar duas cadeiras de rodas, que entram na carrinha através de um “elevador” sendo a lotação sempre de 9 lugares, leve ou não cadeiras de rodas. Na porta lateral estão umas barras de apoio, para que os idosos possam subir mais facilmente. “Tínhamos uma carrinha de 9 lugares muito antiga que não tinha condições nenhumas, nem para as pessoas subirem”. Co-mo se pretende que os idosos frequentem festas, intercâmbios com os outros lares do concelho e que façam visitas de estudo, à praia ou a Fátima por exemplo, foi adquirida esta viatura que em muito vai facilitar a vida, quer aos utentes quer às funcionárias.
O momento seguinte deu-se na sala da administração onde foi descerrada a fotografia do padre Armando Delgado Marques. O padre Diogo referiu, em linguagem “clerical”, que “um dos pecados maiores que existe é a ingratidão”, por isso, colocar a fotografia do padre Armando ao lado da fotografia da D. Fausta Sequeira Nobre e do Sr. Manuel de Oliveira Lino, mais conhecido apenas por Lino, foi uma forma de a IPSS expressar a sua gratidão. O padre Diogo afirmou ainda que o “exemplo daqueles que passaram deve ser um incentivo para continuarmos a realizar o bem que eles proporcionaram e idealizaram”.
Mas afinal quem foi o padre Armando? Afonso Tomás, presidente da direcção do Lar Fausta Sequeira Nobre explicou ao Região de Rio Maior que a ideia da criação do Lar surgiu da D. Fausta Sequeira Nobre que “tinha conhecimento que existia, já naquela altura, muita gente idosa que não tinha onde ficar e alguns andavam a viver praticamente na rua”.
Fonte: Região de Rio Maior 10/04/2009